De volta de ferias...
Têm coisa de monte pra contar, e foto de monte de postar. Ainda não organizei todas, então só vou dar um resumo do que acoteceu durante esse período.
- Fomos pro sul, passando pela Suíça Alemã e Italiana, e pela Itália também;
- Ficamos um tempão em Antibes, na casa dos pais do Eric;
- Fomos passear na Itália e em Mônaco;
- Fui pra Inglaterra.
Vou separar as fotos com calma e aos pouco vou postando aqui.
sábado, 29 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Pro sul, e pra Londres!
Amanhã estamos indo pro sul, pra casa dos pais do Eric.
Vamos ficar lá umas duas semanas. Vamos voltar depois do dia 25, é a única coisa que sei.
Sei disso porque dia 25 eu vou pra Londres, saindo de Nice.
Vou pra lá passar 2 dias, dia 28 volto pra Basel, aqui perto de St. Germain.
A ideia inicial era do Pierre ir comigo, mas ele acabou mudando de ideia e me largou sozinho nessa... Sem problemas, é até bom, ir sozinho pra outro pais, me virar com albergue, com o inglês...
Quando voltar dou notícias.
Vamos ficar lá umas duas semanas. Vamos voltar depois do dia 25, é a única coisa que sei.
Sei disso porque dia 25 eu vou pra Londres, saindo de Nice.
Vou pra lá passar 2 dias, dia 28 volto pra Basel, aqui perto de St. Germain.
A ideia inicial era do Pierre ir comigo, mas ele acabou mudando de ideia e me largou sozinho nessa... Sem problemas, é até bom, ir sozinho pra outro pais, me virar com albergue, com o inglês...
Quando voltar dou notícias.
domingo, 9 de agosto de 2009
Paris (3)
O último dia foi um pouco mais calmo nos passeios.
Demos umas outra volta de carro, mas de dia, para rever a cidade antes de sair e procurar o Hard Rock Café, que o Gui queria ver.
Nessa passamos pelo Palais de la découvertte, um "museu" de ciências, com experiências práticas e apresentações de diversas matérias com instrutores.
Depois de acharmos o Hard Rock Café, tirarmos umas fotos, o Gui comprou uma camiseta, e fomos continuar o passeio.
Minha mãe ia para uma livraria, era a única coisa que ela queria fazer em Paris, o resto era com a gente de escolher. Enquanto ela estava vendo seus livros, eu o Gui ficamos no Palais de la découvertte. Ficamos umas três horas lá, o Gui de saco cheio já e eu que nem bobo fuçando cada coisa que podia ver lá.
Ainda passamos em frente da L'Opéra, prédio muito bonito, que só tínhamos visto de noite.
Outra coisa que mereceu foto foram as bicicletas públicas. Dá pra alugar uma, por 1 euro a hora, sendo que tem meia hora de graça, muitas vezes o suficiente pra achar um outro posto de bicicleta e pegar outra, zerando a meia hora.
O legal disso é que dá opções de tudo que é tipo pra se locomover pela cidade, metrô, ônibus, tram (trem de superfície) e ainda bicicletas, só sai de carro quem quiser.

Conclusão de Paris: a quantidade de arte espalhada pela cidade é enorme, cada prédio que a gente vê tem alguma coisa, uma escultura, um rosto em alto relevo ou mesmo as grades, cheias de enfeites. São inúmeras as fontes e estátuas espalhadas pelas ruas, cada passeio descobriamos coisas novas.
Demos umas outra volta de carro, mas de dia, para rever a cidade antes de sair e procurar o Hard Rock Café, que o Gui queria ver.
Nessa passamos pelo Palais de la découvertte, um "museu" de ciências, com experiências práticas e apresentações de diversas matérias com instrutores.
Depois de acharmos o Hard Rock Café, tirarmos umas fotos, o Gui comprou uma camiseta, e fomos continuar o passeio.
Minha mãe ia para uma livraria, era a única coisa que ela queria fazer em Paris, o resto era com a gente de escolher. Enquanto ela estava vendo seus livros, eu o Gui ficamos no Palais de la découvertte. Ficamos umas três horas lá, o Gui de saco cheio já e eu que nem bobo fuçando cada coisa que podia ver lá.
Ainda passamos em frente da L'Opéra, prédio muito bonito, que só tínhamos visto de noite.
O legal disso é que dá opções de tudo que é tipo pra se locomover pela cidade, metrô, ônibus, tram (trem de superfície) e ainda bicicletas, só sai de carro quem quiser.
Conclusão de Paris: a quantidade de arte espalhada pela cidade é enorme, cada prédio que a gente vê tem alguma coisa, uma escultura, um rosto em alto relevo ou mesmo as grades, cheias de enfeites. São inúmeras as fontes e estátuas espalhadas pelas ruas, cada passeio descobriamos coisas novas.
sábado, 8 de agosto de 2009
Paris (2)
Segundo dia de Paris, correria muito maior, mas vimos muito mais coisas também.
O começo do dia foi com a Torre Eifel. Passamos por baixo dela, até pensamos em subir, mas pelo tempo que íamos perder na fila, não valia a pena ficar lá.
Vimos, sentamos um pouco pra observar a torre e seguimos o passeio.


O próximo alvo foi o Trocadéro, em frente da Torre Eifel. Bonito o prédio, em conjunto com a torre ainda mais.
Em seguida, Louvre. Ficamos lá quase 3 horas e demos uma geral pelo museu. Não paramos para observar, admirar e coisas do tipo, mas algumas peças mais legais ganhavam alguns segundos a mais de atenção. Vimos de tudo, algumas pinturas (Mona lisa entre elas, mas nem parei pra encarar a Dona, tinha um mundo de gente em volta dela.), esculturas, peças do oriente (Mesopotâmia, fenícios e essa galera toda), objetos medievais (cetros, coroas, poltronas...), objetos egípcios, as fundações do museu (um antigo castelo, a gente passa pela área central do castelo, dá até pra ver a base da torre central) e tudo o mais que tínhamos direito, inclusive uma penca de brasileiros, muitos mesmo.


Saindo de lá, passeio pelos arredores, pausa pra almoço, e lá vamos nós de novo...
Dessa vez pra igreja de Sacre Coeur. Muito bonita, e mais tranquila que a Notre Dame.
De volta pro hotel, uns minutos de descanço e saímos de novo. Agora de carro, pra fazer um tour por Paris by night. A gente não vê tantos detalhes quanto de dia, mas as iluminações fazer valer o apelido de "cidade das luzes".
O começo do dia foi com a Torre Eifel. Passamos por baixo dela, até pensamos em subir, mas pelo tempo que íamos perder na fila, não valia a pena ficar lá.
Vimos, sentamos um pouco pra observar a torre e seguimos o passeio.
O próximo alvo foi o Trocadéro, em frente da Torre Eifel. Bonito o prédio, em conjunto com a torre ainda mais.
Em seguida, Louvre. Ficamos lá quase 3 horas e demos uma geral pelo museu. Não paramos para observar, admirar e coisas do tipo, mas algumas peças mais legais ganhavam alguns segundos a mais de atenção. Vimos de tudo, algumas pinturas (Mona lisa entre elas, mas nem parei pra encarar a Dona, tinha um mundo de gente em volta dela.), esculturas, peças do oriente (Mesopotâmia, fenícios e essa galera toda), objetos medievais (cetros, coroas, poltronas...), objetos egípcios, as fundações do museu (um antigo castelo, a gente passa pela área central do castelo, dá até pra ver a base da torre central) e tudo o mais que tínhamos direito, inclusive uma penca de brasileiros, muitos mesmo.
Saindo de lá, passeio pelos arredores, pausa pra almoço, e lá vamos nós de novo...
Dessa vez pra igreja de Sacre Coeur. Muito bonita, e mais tranquila que a Notre Dame.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Paris (1)
De volta, e a viagem foi boa.
Saimos de casa logo cedo, chegando cedo lá a gente aproveita mais o dia, afinal só ficamos 1 dia inteiro lá, então tinhamos que aproeitar ao máximo o dia da chegada e o dia da partida.
Logo que chegamos passamos pela Champs Elysees e já vimos o Arco do Triunfo, cheio de gente em volta e lá em cima também. Só passamos em volta, para ver, nem paramos.

No mesmo caminho vimos a Torre Eifel, de longe, rolou um certo susto de vê-la e se ligar que realmente estávamos em Paris. Deposi ainda passamos mais por perto, mas só para ver do carro também, ainda nem tínhamos ido para o hotel.


Depois de passar no hotel, deixar as coisas e arranjar uma vaga pro carro, fomos fazer o tour a pé. Tem estação de metrô perto de tudo, e as linhas são super bem feitas, dá pra andar pela cidade toda só de metrô.
O primeiro alvo foi a Notre Dame. Só que não fomos os únicos a ter essa ideia, o mundo de turistas em frente - e dentro - da catredal assustava. E nessa já ouvimos alguns falando em português.
Demos uma volta por dentro, mas pela quantidade de pessoas (e de flashs) não dava pra curtit muito, mesmo sendo muito bonita, tanto por fora quanto por dentro.


Saindo da Notre Dame fomos andar pela cidade, ver o inúmeros prédios ao redor da catedral.
Uma das coisas que chamou atenção foi a praia dos parisienses.
Na beira do Sena, do lado da rua, colocaram faixas de areia e guarda-sóis... Pois é, o pessoal ficava lá pegando um sol.
É ai que a gente entende porque que eles gostam tanto do Brasil, com uma praia dessas...

Passamos também Hôtel de Ville (algo como a prefeitura de paris).

E pela Fountaine Saint Michael.

Voltamos pro hotel, e paramos um pouco pra descançar. Depois de um tempinho sai pra dar uma volta pelo bairro, conhecer as redondezas. Incrível, calçadas vazias, praticamente sem ninguém! Mas também, 19h, em bairro residencial, encontrar (mais) turistas, até pra Paris é difícil.
Saimos de casa logo cedo, chegando cedo lá a gente aproveita mais o dia, afinal só ficamos 1 dia inteiro lá, então tinhamos que aproeitar ao máximo o dia da chegada e o dia da partida.
Logo que chegamos passamos pela Champs Elysees e já vimos o Arco do Triunfo, cheio de gente em volta e lá em cima também. Só passamos em volta, para ver, nem paramos.
No mesmo caminho vimos a Torre Eifel, de longe, rolou um certo susto de vê-la e se ligar que realmente estávamos em Paris. Deposi ainda passamos mais por perto, mas só para ver do carro também, ainda nem tínhamos ido para o hotel.
Depois de passar no hotel, deixar as coisas e arranjar uma vaga pro carro, fomos fazer o tour a pé. Tem estação de metrô perto de tudo, e as linhas são super bem feitas, dá pra andar pela cidade toda só de metrô.
O primeiro alvo foi a Notre Dame. Só que não fomos os únicos a ter essa ideia, o mundo de turistas em frente - e dentro - da catredal assustava. E nessa já ouvimos alguns falando em português.
Demos uma volta por dentro, mas pela quantidade de pessoas (e de flashs) não dava pra curtit muito, mesmo sendo muito bonita, tanto por fora quanto por dentro.
Saindo da Notre Dame fomos andar pela cidade, ver o inúmeros prédios ao redor da catedral.
Uma das coisas que chamou atenção foi a praia dos parisienses.
Na beira do Sena, do lado da rua, colocaram faixas de areia e guarda-sóis... Pois é, o pessoal ficava lá pegando um sol.
É ai que a gente entende porque que eles gostam tanto do Brasil, com uma praia dessas...
Passamos também Hôtel de Ville (algo como a prefeitura de paris).
E pela Fountaine Saint Michael.
Voltamos pro hotel, e paramos um pouco pra descançar. Depois de um tempinho sai pra dar uma volta pelo bairro, conhecer as redondezas. Incrível, calçadas vazias, praticamente sem ninguém! Mas também, 19h, em bairro residencial, encontrar (mais) turistas, até pra Paris é difícil.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Passei no rio
Dia no meio da floresta hoje. Ou quase, por que na verdade ficamos mais num campo, do lado da floresta.
O terreno ficava do lado de um rio, e logo que chegamos o Pierre se meteu no meio do mato e ficou lá, zoando com a gente, fazendo barulho pra gente (eu e o Louis) tentar descobrir onde ele estava. Ficamos nessa mais de meia hora, e nesse meio tempo fiquei tirando fotos, além de arremessar pedras pra tentar acertá-lo.
... mas em compensação, olha a pose.
O terreno ficava do lado de um rio, e logo que chegamos o Pierre se meteu no meio do mato e ficou lá, zoando com a gente, fazendo barulho pra gente (eu e o Louis) tentar descobrir onde ele estava. Ficamos nessa mais de meia hora, e nesse meio tempo fiquei tirando fotos, além de arremessar pedras pra tentar acertá-lo.
Ao sair do terreno, descobrimos um canto cheio de amoras, em arbustos. Voltamos pra casa, pegamos um pote de sorvete vazio e voltamos lá pra assaltar as amoras. Ainda não é época, faltam uma ou duas semanas pro pico, mas já tinham várias. Pequenas e azedinhas, mas já são amoras.
Amanhã vamos pra Paris, quinta voltamos. Ficar praticamente um dia só, mas vai ser um dia louco, pra conhecer tudo que queremos.
domingo, 2 de agosto de 2009
Camping
Do dia 31 pro dia 1º, organizamos um camping aqui.
O lugar escolhido foi um terreno do lado da floresta. Não era difícil chegar lá, nem muito longe, mas era um canto meio difícil de imaginar que nos encontrariam. A ideia de fazer um acampamento já tinha um certo tempo, mas a organização foi de 10 minutos.
Já tínhamos um lugar em mente, mas no dia de acampar o Pierre sugeriu outro canto. Vimos, achamos bom e voltamos pra casa pra preparar as coisas. Ele levou a barraca e os sacos de dormir (além de algumas coisas pra comer) e nós (eu e o Gui) levamos o café da manhã.
O lugar era um campo, provavelmente plantação de feno, que após a colheita ficam sem nada, imagino que em "recuperação". Fomos de bicicleta e levamos tudo nas mochilas e numa cestinha de bicicleta. Saímos de casa já eram quase 9h, com o sol se pondo. Ao chegar lá corremos pra armar a barraca, com medo que escurecesse. Depois de um tempo o irmão do Pierre (Maxime) chegou também. Ele ficou lá só durante a noite, conversando e rindo com a gente, mas foi dormir em casa.
Logo que acordamos fomos atacar o café da manhã. Sentados na grama mesmo, foi pão com nutella até dizer chega. Depois do rango, criar coragem pra arrumar tudo e voltar pra casa, morrendo de sono ainda.
O lugar escolhido foi um terreno do lado da floresta. Não era difícil chegar lá, nem muito longe, mas era um canto meio difícil de imaginar que nos encontrariam. A ideia de fazer um acampamento já tinha um certo tempo, mas a organização foi de 10 minutos.
Já tínhamos um lugar em mente, mas no dia de acampar o Pierre sugeriu outro canto. Vimos, achamos bom e voltamos pra casa pra preparar as coisas. Ele levou a barraca e os sacos de dormir (além de algumas coisas pra comer) e nós (eu e o Gui) levamos o café da manhã.
O lugar era um campo, provavelmente plantação de feno, que após a colheita ficam sem nada, imagino que em "recuperação". Fomos de bicicleta e levamos tudo nas mochilas e numa cestinha de bicicleta. Saímos de casa já eram quase 9h, com o sol se pondo. Ao chegar lá corremos pra armar a barraca, com medo que escurecesse. Depois de um tempo o irmão do Pierre (Maxime) chegou também. Ele ficou lá só durante a noite, conversando e rindo com a gente, mas foi dormir em casa.
Logo que acordamos fomos atacar o café da manhã. Sentados na grama mesmo, foi pão com nutella até dizer chega. Depois do rango, criar coragem pra arrumar tudo e voltar pra casa, morrendo de sono ainda.
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